Quem somos

A INDUMAPE, Industrialização de Frutas, SA dedica-se à produção de sumos concentrados de maçã, de pêra rocha, de uva, de frutos vermelhos, e também de aromas, destinados à indústria nacional e internacional.

  • A INDUMAPE iniciou a sua actividade industrial em Outubro de 2007 e é hoje o maior transformador de fruta portuguesa, com recolha a nível nacional, exportando mais de 90% da sua produção.
  • A INDUMAPE tem como Missão manter-se como Líder Nacional, produzindo com Qualidade, Excelência e Inovação, respeitando os mais altos padrões de Segurança Alimentar, de forma a assegurar a satisfação dos seus Clientes e restantes partes interessadas: Accionistas, Colaboradores, Fornecedores e Comunidade.
  • A actividade da INDUMAPE contribui para o desenvolvimento da fruticultura em Portugal, sector estratégico de acordo com as novas orientações governamentais, em particular no que se refere à fileira da maçã e da pêra rocha.
  • A INDUMAPE dá mais-valia e exporta o concentrado proveniente do processamento de fruta sem características de comercialização em fresco, contribuindo desta forma para aumentar o rendimento do fruticultor e atenuar o deficit da nossa balança comercial.

  • A INDUMAPE complementa a sua actividade industrial de processamento de fruta com uma prestação do serviço de dessulfitação e de concentração de mosto fresco amuado, aos vitivinicultores nacionais, no período de Dezembro a Junho.
  • Esta prestação de serviço permite aos vitivinicultores:

- Fazer várias vinificações dos seus mostos ao longo do ano, a partir do mês de Dezembro, em condições ideais de operação e de economia de meios e recursos.

- Utilizar os seus próprios mostos nos processos de enriquecimento, com consequente garantia da região vitivinícola.

- Obter mais um produto a partir da uva, o mosto concentrado, com valor e interesse no mercado nacional e internacional, nomeadamente no sector alimentar dentro e fora da indústria do vinho.

  • Com esta actividade a INDUMAPE contribui para reduzir a dependência de Portugal dos mostos importados, possibilitando a utilização dos seus próprios stocks de mostos nacionais nos processos de enriquecimento, em condições mais favoráveis para os vitivinicultores portugueses.